A resposta para a famosa pergunta, que muita gente gosta de insistir que é não, na verdade é SIM!
Dinheiro tem o poder de facilitar a nossa vida, e de comprar momentos de felicidade, seja um cafezinho, um sorvete, um jantar com amigos ou um grande sonho como uma viagem ou uma casa.
A verdadeira questão é que tudo tem um custo de oportunidade. O dinheiro é completamente fungível (que se gasta e se consome com o primeiro uso, quer dizer, ele é trocável, e quando você vê, ele já foi embora!), então, cada centavo gasto em uma coisa poderia ser gasta em outra, e a verdadeira questão é se essa outra coisa nos faria mais felizes, então depende de nós escolher o que é prioridade na nossa vida.
O que as pessoas fazem com seu dinheiro é uma escolha, e as escolhas refletem as prioridades de cada um. O dinheiro gasto em uma coisa, é dinheiro não gasto em outra coisa, e essas escolhas têm suas consequências para a nossa felicidade e a felicidade das pessoas que amamos (pais, filhos, companheiros…).
Então, antes de gastar seu dinheiro, pense bem em o quê mais poderia ser feito com este valor que você está prestes a gastar, e pense bem qual é a sua prioridade! A única forma de controlarmos melhor o uso do dinheiro no dia-a-dia é prestando atenção ininterruptamente sobre o que estamos fazendo com ele, e tendo consciência das nossas escolhas. Felicidade é resultado de escolhas conscientes!
No livro “All the money in the world – what the happiest people know about wealth” de Laura Vanderkam, a autora sugere um exercício feito em uma pesquisa para medir o quanto o dinheiro trás ou não felicidade, que podemos fazer em casa: um “Diário do Dinheiro”, onde você anota todo o seu relacionamento com dinheiro, e o que sente durante o acontecimento de cada evento de receita ou despesa. Assim, depois de um tempo, você será capaz de perceber as atividades que lhe trazem mais prazer e as outras que não trazem, e conseguir priorizar o que é importante para você e otimizar o uso do seu dinheiro para comprar felicidade!
